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02/10/2017 - 11:38
CPI da JBS deve ouvir nesta semana procurador e ex-presidente do BNDES

O advogado do grupo J&F Willer Tomaz de Souza e o advogado Márcio Lobo, que representa os acionistas minoritários da empresa, também foram convocados

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da JBS deve ouvir os depoimentos de quatro pessoas nesta semana: o procurador da República Ângelo Goulart Villela; o ex-presidente do BNDES Luciano Coutinho; o advogado do grupo J&F Willer Tomaz de Souza; e o advogado Márcio Lobo, que representa os acionistas minoritários da JBS.

Coutinho será ouvido nesta terça-feira (3) a respeito dos empréstimos concedidos nos últimos dez anos pelo BNDES, que fizeram com que a JBS se tornasse a maior empresa processadora de proteína do mundo.

Também na terça-feira, o advogado Márcio Lobo foi convidado pela CPMI para explicar a operação de venda de ações da JBS feita pelos próprios controladores do grupo, os irmãos Wesley e Joesley Batista, na véspera de se tornar pública existência de um acordo de delação premiada entre eles o Ministério Público.

O acordo - que envolvia a denúncia de favorecimento ao presidente da República, Michel Temer - derrubou o preço das ações e a CPI investiga se os irmãos Batista usaram informações privilegiadas para diminuir seus prejuízos, ao contrário do que aconteceu com os demais acionistas.

Outra linha

Na quarta-feira (4), a comissão parte para outra linha de investigação, que é a suposta venda de informações de dentro da equipe do ex-Procurador Geral da República, Rodrigo Janot para a JBS, com os depoimentos do procurador Ângelo Goulart Villela, suspeito de ter repassado informações ao grupo J&F quando auxiliava o ex-procurador geral da República Rodrigo Janot, e do advogado da empresa, Willer Tomaz de Souza.

De acordo com um dos sub-relatores da CPI, deputado Delegado Francischini (SD-PR), as suspeitas de vazamento de informações dentro da equipe de Janot envolvem ainda o ex-procurador da República Marcelo Miller, acusado de atuar para a JBS quando ainda integrava a força-tarefa da Lava Jato no Ministério Público Federal.

“Temos que focar naqueles que tem indícios graves do cometimento de crimes e de ilícitos. E um deles é o seu Marcelo Miller, que manchou a instituição Ministério Público Federal e merece uma atuação forte dos membros dessa CPMI", avalia. A CPMI já aprovou a convocação de Miller. Com informações da Agência Senado.

 






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